Repelentes de Insetos

O uso de repelente de insetos é uma das melhores maneiras de proteger o indivíduo de doenças provocadas por artrópodes como a malária, filariose, dengue, febre amarela, leishmaniose, doença de Chagas, pênfigo foliáceo, encefalites virais, doença de Lyme entre outras. Pode ser também utilizado para prevenir o prurigo agudo infantil e a anafilaxia.

O repelente ideal é aquele que apresenta baixa toxicidade para o ser humano e é capaz de proteger o indivíduo sem causar danos à natureza. O repelente age formando uma camada de vapor que produz cheiro ou gosto desagradável para os insetos, repelindo-os.

O primeiro repelente sintetizado foi o dimetilfitalato (DMP) em 1942. Posteriormente surgiu o DEET (N,N-dietil m-toluamida) em 1954.

Até o momento é o repelente mais utilizado e mais estudado. Em 1998, uma nova substância denominada picaridina (KBR 3023) foi sintetizada. A picaridina parece apresentar uma eficácia semelhante ao DEET com uma menor chance de provocar irritação cutânea, mas ainda não é comercializada no Brasil.